quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Mudança de rumo

Após ficarmos praticamente nossas vidas inteira enfrentando as mandragoras, finalmente meu parceiro conseguiu o trevo de quatro folhas, tudo bem que foi comprando de alguém, mas depois daqueles dias cansativos e sem água, no qual tinhamos que correr para o único lago que havia por ali, para beber água.
Tudo bem até aí, então, nos separamos:
- Bom, agora que consegui meu trevo, vou fazer minhas orelhas de coelho e vou treinar novamente. - Disse ele.
- Tah ok, vou treinar tb.
E seguimos caminho separados, fui visitar meu mestre e o safado já estava bom, mas já tinha saído tb, e deixou uma carta:
"Crypto-nin, estarei no deserto de Morroc, uma amgia muito querida está me pedindo ajuda lá, então se quiser me procurar, vá para lá, e siga ao sul de Morroc."
Amassei a maldita carta e joguei-a fora, então fui visitar a Kafra:
- Kafra, quero usar o serviço de teleporte.
- Para onde?
- Morroc, toh. - Tirei do bolso um vale transporte todo amassado, ela pegou com cara de nojo e diz com uma voz sem graça.
- Boa viagem.
Bom, chegando em Morroc, nem me preocupei com nada e segui ao sul. Fui indo para o sul, para o sul, qndo vi o mestre, bem adiante, com certeza devia ser uma miragem né, mas como não estava nem aí, segui, e fui para o leste, e para o leste.
E ai que tava o perigo. Seguindo calmamente o meu caminho, um morro de areia começou a me seguir, eu parei, olhei, e ele parava. Eu me movia, e ele se movia, eu parava, e ele parava, eu pensei, "Ah.. isso tá de zoação comigo" então saí correndo e ele veio correndo, e conforme ele vinha correndo ele ia aumentando de tamanho, até ficar do meu tamanho, eu fiquei com medo e continuei correndo, eu olhava para ele e uma cara grotesca ia se formando no morro de areia, dois braços foram esticando e correndo atrás de mim, eu saí correndo sem olhar para frente quando "BAM!" trombei em outro morro de areia, daí eu fui sugado para dentro deles e acordei em Amatsu.
Em Amatsu, como havia juntado um bom dinheiro com as mandragoras, já me preparei como se estivesse me preparando para uma guerra, fiz kunais de fogo, água e vento, comprei uns shurikens mais poderosos e segui para Alberta via navio.
Em Alberta encontrei o meu mestre, ele tava no bar, bêbado e ainda virou pra mim e disse:
- Vai mata lobo rapaz!!!
Nossa, aquilo o sangue me subiu pela cabeça, e desisti de ser treinado por ele:
- Quer saber? Cansei!!! Vai pra puta que pariu você! - Eu disse e saí do bar.
Ele nem quis saber e eu segui para os lobos mesmo, eu quero uma carta de lobo, foi o objetivo que coloquei na minha cabeça.
E no campo dos lobos, nada havia mudado, ainda tem muita gente, e o legal que vi o primeiro bardo na minha vida, sua música era explêndida, e me fazia sentir melhor. Não sei mas parecia haver algum encanto na música dele. Mesmo assim continuei caçando lobos, e agora estava mais forte, uma kunai basta para um lobo agora, e as lutas estão ficando cada vez melhores.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

A busca

Como o mestre havia me pedido, fui derrotar os 100 metalings.
Não entendi o propósito disso no começo, mas logo depois, eu comecei a sentir a direfença.
Conforme ia derrotando os metalings com minhas kunais e shurikens, eu ia me cansando e assim, meditava para me recuperar mais rápido, e quanto mais eu meditava, melhor eu ficava nessa prática, e menos tempo eu gastava. Sem contar que minhas shurikens estavam ficando mais forte.
Assim fiquei naquele campo até chegar ao Metaling número 100, o derrotei e fui falar com o mestre, que já não estava mais onde combinou.
"Caramba, onde será que ele foi?"
Eu me sentei no tronco da árvore e então ele apareceu mais adiante, "A lá o pilantar" eu pensei, e quando ele se aproximou ele disse:
- Matou os 100 Metalings?
- Sim.
Então vamos para a segunda parte do treinamento, vamos deixar Einbroch.
Deixamos einbroch, e no aeroplano, enquanto o tempo passava ele disse:
- Crypto, venha, vou lhe ensinar uma técnica.
Eu o segui, chegamos em um lugar mais vazio do aeroplano e ele disse:
- Observe.
Ele fez uns sinais com as mãos juntas e a bateu no chão, eu estava muito perto e nem reparei quando levantou aquele tatame verde e bateu bem na minha cara me jogando para trás.
- Essa habilidade se chama virar tatami! Aprenda-a.
- Como eu vou aprender? Eu nem sei daonde vc tirou esses tatames!!!
- Nós podemos invocar tatames do chão, aprenda a fazer isso, faça como eu fiz.
Eu nem respondi, lembrei-me de como ele fez, e fui tentando, tentando, tentando, não saia nada, mas fui tentando.
Até que uma hora "Bam!" surgiram tatames do chão! O mestre viu e disse:
- Muito bem, agora chegamos em Juno, vamos embora para Izlude.
Descemos em Juno e fomos para Izlude, no próximo aeroplano, e finalmente chegamos a Izlude.
Em Izlude fomos falar com a Kafra e pegamos o transporte para Alberta, fomos duas áreas a esquerda de lá, onde havia muitos lobos, eu já conhecia o local, então não era problema:
- Mate quantos lobos você aguentar até se cansar! - Ele disse enquanto sentava, eu percebi que ele era um folgado, só ficava mandando eu fazer as coisas e não fazia nada, mas mesmo assim, fiz o que ele pediu.
Segui pelo campo, matando os Lobos e foi quando vi, aquela beleza em pessoa, ela tinha um corpo sensual, vestia pouca roupa, manuseava um chicote, e o único problema é que ela andava com uns 4 caras pelados em volta dela, também não entendi por que todo mundo saiu correndo quando ela chegou perto, devia ser por causa dos homens pelados, mas daí o mestre veio:
- Crypto! Agacha!!! - Ele gritou, e eu agachei na hora, então só pasou aquele shuriken enorme raspando na minha cabeça, ele ia rodando freneticamente e atingiu a moça e os caras pelados.
O mestre pulou pra cima deles, agarrou seu shuriken enorme e começou a atacar eles com ele, a moça se levantou depois, todos os outros haviam caído, então o mestre se posicionou uma aura emanava dele, então, quando a moça se levantou ele desferiu apenas um ataque, e ela caiu, ele quase caiu tb, mas ficou muito cansado e começou a cuspir sangue:
- Mestre! - Eu corri até ele. - O que foi?
- Crypto, cuidado, tem umas plantas que contém um poder místico que invoca um monstro furioso, provavelmente foi assim que essa Jirtas apareceu aqui.
- Mas mestre, o senhor está muito ferido! O que aconteceu.
- É minha habilidade, não se preocupe.
Ele se levantou fazendo muito esforço e disse:
- Vamos para Prontera, esqueça os lobos.
E partimos para a Kafra, para nos levar a Prontera, não sabia o que ele queria lá, mas logo que chegamos, ele procurou uma casa, entrou, uma casa vazia, e deitou-se, então disse:
- Crypto, pode fazer o que você quiser agora, está de tempo livre.
Eu apenas acenei com a cabeça concordando com ele e sai da casa, devia ser a casa dele, então, lá fora fui abordado por um mercenário:
- Você é Crypto-nin não é?
- Sim, e daí?
- Prazer! Meu nome é Hitokiri Rafael, sou amigo do Himura Kenshin, do Kimi Wizz, e do Sniper, na verdade somos irmãos. - Fazia um tempo que nem falava com eles mais, mas de ouvir os nomes me lembrei quem eram. - Então, eu gostaria que você me ajuda-se.
- Ajudar? Como?
- Eu estu atrás de um item que se chama "trevo de quatro folhas", e se consegue ele matando mandragoras, talvez você podesse me ajudar a pegá-lo.
Eu estava sem nada para fazer mesmo, então disse:
- Espera aí. - Entrei na casa, subi, avisei o mestre, e desci novamente. - Vamos.
Seguimos para leste de Prontera, e na outra área fomos para o norte, trançando os morros, então chegamos, em uma floresta, aqui tinha inimigos conhecidos já, Creamy, Lunático, Fabre, Pupa, Poring, a única novidade era Mandragora.
Mas tb nem tão nova assim, ela era como a hidra, pelo menos na maneira de agir, ela não se movia, ela parecia um sacão de batata com uam flor de tamba, o corpo verde todo tatuado de caverinha, e umas folhonhas grandonas saindo de baixo dela.
Eu vi uma e fui atacá-la, até notar o chão se rachando abaixo de mim, pulei para trás e então tentáculos entrelaçados saíram que nem furadeiras do chão, para me acertar, com certeza era o ataque da Mandragora, passei por eles e corri para acertá-la, ataquei com a minha faca, ela era um pouco resistente, mas a derrotei fácil.
Ficamos matando mandragora por horas, até que encontrei o grande líder dos lunáticos, o eclipse.
Ele era como um lunático, só que maior, e azul, e andava com vários lunáticos a volta, eles ficavam enfurecidos! E começaram a me atacar, até mesmo o eclipse veio, derrotei os lunáticos para abrir o caminho, e então comecei a atacar o eclipse, se os lunáticos tinham uma cabeça de ferro que doia, imagina o eclipse, o ataque dele doia 3 x mais, mas tb não foi problema, derrotei ele fácil, e ainda peguei uma armadura!
Ficamos, horas, dias, e não conseguimos o trevo ainda, ainda o estamos caçando.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

A faca e o ninja

Ainda destinado a ficar mais forte, para conseguir derrotar o meu avô, e fazê-lo parar de sujar o nome da família, eu fui procurar uma arma mais forte.
Voltei para dentro de Einbroch, enquanto andava pelas ruas, ouvi falar de um jovem guerreiro que tinha uma faca muito poderosa, como já estava habilidoso com a minha Ashura, eu queria a arma deste jovem, mas não podia simplesmente ir lá e pegar a arma dele, mas ouvi algo formidável:
- Ele desafia qualquer um a uma luta, se ganharem, recebem a arma. - Disse um dos homens da conversa.
Agora só me faltava descobrir aonde ele estava, ouvi dizer que seu nome era Dilusion, e fui atrás dele.
Sai andando pelas ruas de Einbroch, qndo conversei com Penebra, uma bruxa, dentro de um bar:
- Dilusion? Velho amigo meu. - Disse ela, qndo perguntei se ela conhece esse Dilusion.
- Onde ele está então?
- Ah, você veio para o desafio dele né?
- É.
- Tá, ele está no portão a frente de Einbroch, não se preocupe meu filho, ele deixou o poder subir para a cabeça. - Finalizou ela tomando sua tacinha com uma bebida laranjada, que nem me atrevi a perguntar o que era.
Me despedi dela e sai do bar, andei por Einbroch até seus portões, saí e lá estava Dilusion.
Apesar do nome místico, ele era um gatuno, e estava segurando sua faca na mão, então ele apontou para mim:
- Você! Veio para o desafio né?
Eu fique surpreso, ele foi tão direto, com certeza estava cheio de confiança, respondi:
- Sim.
- Então anda logo! Vamos acabar com isso!
Ele partiu para cima de mim correndo com sua faca na mão, todo desajeitado. Me prontifiquei e joguei um shuriken no seu pé, que o derrubou, pensei em não usar a minha faca, e apenas bater nele normalmente. Aproveitei que ele havia caído no chão, corri e lhe chutei para cima, e assim, joguei a kunai nele, o jogando para trás, ele cai no chão, se levantou e disse:
- Ahhh.. isso foi só para esquentar.
E correu novamente, mas dessa vez mais rápido, ele desferiu um golpe com sua faca, e desviei por pouco, eu então revidei em um soco, ele se moveu muito rápido e desviou, então em atingiu com sua faca, me jogando para trás, ele aproveitou a distância e chutou areia nos meus olhos.
Coloque a mão na frente rapidamente, com a outra mão, quando olhei entre os dedos, ele estava vindo novamente, e vi que ele não estava pra brincadeira, agarrei a minha ashura e aparei o golpe que ele tentou desferir na minha barriga.
Encarei ele neste momento, e seu rosto portava um sorriso de alegria por estar naquele combate. Chutei ele para trás, ele foi raspando os pés e levantando um pouco de poeira, agora, eu aproveitei a distância para começar a jogar shurikens nele, mas ele deu um longo passo para trás e desviou do meu ataque.
Decidi que estava na hora de enganar ele, corri com toda minha velocidade, peguei algumas shurikens e lancei, ele pulou para o lado direito, e assim rapidamente desferi o golpe com minha ashura, eu o atingi no abdomen, mas ele foi rápido e me atingiu no ombro.
Com este ataque nos distanciamos mais uma vez, ficamos nos encarando um pouco, e avançamos novamente, dessa vez, esperei pelo ataque.
Ele saltou com sua faca diretamente, eu apenas desviei um pouco para o lado, e deslizei minha faca no seu abdomen. Ele caiu rolando, a luta havia sido decidida aqui, mas ele não queria parar, ele tentou de todo jeito se levantar, e ficou, pracariamente de pé, todo ensanguentado, já estávamos desgastados, ele disse:
- Você não vai ter minha faca.
- Seja homem, você perdeu o desafio, agora entregue-a.
- Não, até eu morrer! - Ele gritou e avançou. Eu me preparei, mas algo surpreendente aconteceu, um Huuma Shuriken enorme bloqueou o caminho entre eu e ele, que parou de correr, de baixo do shuriken, começou a surgir uma mão que o agarrou, um ninja surgiu, e se virou para Dilusion:
- Entregue a faca Dilusion! Você não poe mais lutar.
- Não!
O ninja então rapidamente agarrou o braço de Dilusion e tirou a faca, então o empurrou para trás, ele caiu sobre os pés de Penebra, que disse com uma face sedutora:
- Hmmm... por que está tão animado?
- Pegue ele daqui, ele não conhece os limites dele, ele perdeu, vá cuidar dos ferimentos dele.
- Tá bom, tá bom, não precisa ficar nervoso. - Disse Penebra pegando o corpo caído de Dilusion e voltando para Einbroch.
Logo, o ninja se virou para mim:
- Qual seu nome?
- Crypto.
- Crypto de que?
- Nin, Crypto-nin.
Ele começou a andar na minha direção, então entregou a faca de Dilusion para mim e colocou a mão no meu ombro:
- Você lutou bem, fez bom uso das kunais e shurikens, vejo que almeja ficar forte.
- Sim.
- Está afim de receber um treinamento?
Quando ele disse aquilo, eu fiquei surpreso, meus treinamentos não estavam mais dando muito resultado, e ele disse:
- Eu sei várias habilidades ninja, e ainda posso te ensinar a manusear o Huuma Shuriken.
- Claro!
- Então tá, aproveitando que você está com essa faca poderosa, a primeira parte do seu treinamento vai ser controlar o seu espírito para não cair no poder dela, como Dilusion caiu.
- Tudo bem.
Então saímos andando para o leste, e na mesma área encontramos uns troncos de árvores cortados, e ele disse:
- Sente-se sobre o tronco. - Eu me sentei, então ele continou - Agora feche os olhos, controle sua respiração, acalme-se, fique leve como uma pena - Comecei a me sentir diferente - Ignore tudo ao seu redor, pense apenas em você. Agora, fique assim até eu lhe dizer que está pronto.
Meu deus, isso era melhor que a hipnotizadora! Eu pensei, e fiquei ali, me desliguei do mundo, eu sentia meu espírito se enchendo, e finalmente ouvi a voz dele:
- Está pronto.
Abri meus olhos vagarosamente, olhei para ele, e ele disse:
- Você é bom em concentração, pois você está aí a 5 dias. - Fiquei surpreso com o que ele havia dito, 5 dias! Nossa, nem vi passar, e ele continuou - Não pense que fez isso atoa, você percebeu como se cansa ao utilizar muito suas habilidade? Então, isto que lhe ensinei vai lhe fazer se recuperar rapidamente, agora toma. - Ele me entregou uma bolsa cheia de kunais de fogo. - Vá matar cem metalings consecutivamente.
- Cem! - Fiquei espantado com o número.
- Por quê? É muito difícil para você?
- Não, tudo bem.
Então sai pelo campo a procura de Metalings.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Ainda treinando...

Estava em byalan, e como ainda não conseguia derrotar as Obeaunes, fui procurar um lugar melhor para treinar.
Sai da caverna e voltei para Izlude, de lá voltei para Alberta e assim, fui para os campos fora de Alberta novamente.
Mas dessa vez, segui para o Oeste, e lá encontrei um inimigo formidável.
Antes de seguir para cá, eu passei em Amatsu e fiz umas kunais de fogo.
Aqui, para começar, tinham os poporings. (esse já é conhecido).
Bom, mas tinha a Jibóia, uma cobra verde, que de pé (somente a metade do corpo), batia na minha cintura, e tinha presas bem afiadas, e um veneno poderoso. Mas ela era simples de derrotar, eu fui testar, cheguei no campo, joguei uma kunai de fogo nela, o ponto onde a kunai atingiu ficou queimado, ela veio para cima de mim em uma bocada, eu desviei por pouco, aproveitei a situação e desferi uma facada na boca dela, que ela caiu na hora. Mas o meu objetivo aqui não seria ela, e sim o lobo.
O lobo tinha pelos azuis sobre as costas e branco embaixo, ele ficava latindo para todos os lados, ele parecia perigoso, fiquei aflito ao vê-lo, mas mesmo assim decidi desafiá-lo.
Tomei uma boa distância e lancei a primeira kunai, ela o atingiu e ele logo percebeu de onde veio, sem exitar lancei mais uma, e ele não caiu, continou correndo ferozmente para cima de mim, mostrando seus horrendos dentes, loucos para arrancar um pedaço de mim, e lancei minha terceira kunai e ele caiu. Ele sim era um desafio, e estava preparado para treinar nele. Pelo menos até minhas kunais acabarem.
Mas um momento foi decisivo para eu voltar para Amatsu.
Lá estava eu, treinando nos lobos, descobri que eles ajudavam uns aos outros quando eram atacados, e foi isso que me levou devolta a Amatsu.
Estava atacando um Lobo, se junta-se mais um em cima de mim, não era problema, mas quando notei, havia uma manada me atacando, tentei sair do meio, mas era impossível, eles me mordiam e eu caia, usei minha habilidade de virar tatamis para distanciá-los, então o que estava mais próximo usei o corte da névoa para me esconder, eles não me encontraram e desistiram de me atacar, então usei o salto das sombras e me distanciei, minhas kunais haviam acabado, então voltei para Amatsu.
Os lobos por si não davam muito problema, mas em grupo eu não podia, então decidi procurar outro lugar para treinar.
Antes fui visitar minha velha amiga, a Hipnotizadora, ela me hipnotizou novamente, e agora aprendi uma habilidade muito interessante, fui testar ela num campo próximo a prontera, seu nome era "Cicada Skin Shed", eu ativava ela e ficava mais ágil, ela me dava uma força nas pernas tremenda, na qual eu poderia soltar uma longa distancia, e assim, eu comecei atacar um lobo de longe com shurikens, ele se aproximou, qndo não consegui desviar de um ataque, usei a força que a Cicada me dava e dei um enorme salto para trás, desviando do ataque dele, aproveitei a distância que abri entre nós e continuei jogando minhas shurikens até derrotá-lo.
Mas habilidade desgastava muito, pois requiria um esforço físico além dos limites, então pensei em um lugar para treinar.
Me lembrei de Einbroch, eu não havia checado os campos de lá, então fui para Izlude, pegar o avião para Juno, para somente então pegar o avião para Einbroch.
Eu dormi a viagem toda de Izlude até Juno, em Juno deci no aeroporto e sem sair dele, peguei o avião para Einbroch, hoje estava louco os aeroportos, o primeiro vôo para Einbroch foi cancelado, então fomos para Juno, Hugel, Juno denovo e só então fomos para Einbroch.
Lá, uma cidade toda poluída e de metal, digamos que avançada tecnológicamente, eu andei pela cidade com pressa, apenas para sair.
Sai pelos portões sul (os únicos!) e encontrei mais um inimigo que me ajudaria a treinar agora, e também nunca pensei que ele fosse ser tão bom, um metaling.
Diferente dos "rings" da vida, ele não era uma bolha flácida, ele era um bola de metal!
E bem forte, pois eu recebi um ataque dele que me derrubou na hora, e me jogou um pouco para trás ainda, ele vinha pulando, e quando ele atingia o chão, o chão rachava um pouco e fazia um barulho de ferro batendo.
Eu nem tentei atacá-lo com minha faca pois já tinha sido atacado por ele e não queria me aproximar muito.
Quando voltei para Amatsu depois dos lobos eu fiz mais algumas kunais, e usei elas.
A kunai era uma arma poderosa, pq nem mesmo a couraça do metaling resistia ao ataca, ela penetrava direto, assim, com três kunais eu derrotei ele.
O bom, era o que sobrava dele após derrotado, eu poderia pegar, pq valiam alguma coisa.
Aqui também tem os outros "rings" da vida, como o poring, poporing e drops (o único que não é ring que conheci).
Como lançar kunai era muito desgastante, eu tinha que descansar toda vez que derrotava um metaling, e assim matava os besouros ladrões e as bolhinas.
O campo era bem pacifico, e como havia treinado muito, me deitei ali mesmo para descansar um pouco.

domingo, 6 de janeiro de 2008

A caverna de Byalan e o verdadeiro motivo do treinamento

Em Izlude, após acordar fui para o oeste pegar o barco para Byalan.
Izlude era uma cidade muito pequena, e também onde ficava a escola de espadachins.
Pegamos o barco, eu e o Himura, e fomos para a ilha de Byalan.
Lá, demos a volta pela costa da ilha e após encontrarmos uma decida de terra com uma escada feita de troncos de madeira descemos até encontrar a entrada para uma caverna.
Lá dentro era muito escuro, porém com alguns pontos iluminados.
Os seres aqui eram variados, começando pelo Kukre, diferente do besouro ladrão, parecia uma baratinha d'água, enfrentei ele.
Ele atacava com mordidas, eu desviava de alguns ataques e o atacava com a minha faca.
Depois tinha o plâncton, esse era, como posso dizer? Gosmento, uma bolinha vermelha com manchas verdes e vários pequenos tentáculos. Ela atacava jogando pequenos espinhos para todos os lados, aqueles espinhos eram doloridos! Para tirá-los depois era horrível. Eu atacava ela e minha faca só afundava, mas naõ cortava, ela tinha um corpo muito maleável, mas depois de muito insistir, consegui fazer um furo nela e ela vazou deixando uma célula.
Agora vinha os inimigos que somente eu e o Himura junto derrotávamos.
Começando pelo Vadon, um crustáceo bípede! Quase do nosso tamanho e com uma casca bem resistente. Ele tinha duas garras redondas que usava para atacar, mas ele atacava apertando com tanta pressão que atacar enquanto ele te segurava era impossível. Mas Himura atacava com toda a força de sua espada, e eu atacava com minha faca, desviava de poucos ataques dele, ele era bem preciso para atacar mas finalmente o derrotamos.
E o nosso próximo inimigo era a Marina, um tipo de água viva que rodopiava a parte debaixo do corpo, ela era quase do nosso tamanho também. Então Himura foi na frente atacá-la, ela era mais forte que o Vadon, e mais difícil de acertar também. Seu corpo era muito maleável, menos que o do plancton, e ela atacava usando a própria cabeça, num efeito "estilingue", ela esticava o corpo para trás e arremessava-se para frente, o impacto jogava o Himura um pouco para trás, e continuamos ali até derrotá-la.
Ficamos aqui na caverna treinando um pouco por um bom tempo, seguimos o caminho distorcido e chegamos a descer mais ainda, para uma segunda área. Aqui encontramos uma maga, ela era poderosa e se ofereceu para se juntar a nós. Nós aceitamos, pois ela estava treinando ali também.

Esta era ela.
Ela usava uma magia que bolas espectrais saiam da palma de sua mão e atingiam o inimigo. Assim nosso treinamento ficou mais fácil, mas ela morreu enquanto matavamos um bando de Vadons.
Mais pra frente, um noviço se ofereceu para se juntar a nós, e nós aceitamos também.

Aí está eu, o Himura e o noviço.
O noviço foi uma grande ajuda, pois ele nos curava quando ficávamos com pouca energia, e também aumentava nossa agilidade e nossa força.
Me lembrei também que enfrentávamos Hidra, ela era uma planta imóvel, mas atacava a longa distância, ela parecia um saco de bom com vários tentáculos saindo de cima, ela usava os tentáculos para nos atacar, ela os enfiava no chão, e pela terra nos atacava.
Os tentáculos quebravam o chão violentamente, e nós perdíamos o passo, mas quando nos aproximávamos, era o fim pra ela.
E continuamos até que o noviço nos deu a idéia:
- Que tal descermos mais um nível da caverna para tentar matar Obeaune?
- Obeaune? - Eu perguntei.
- Sim.
- Obeaune é forte, querem mesmo tentar? - Disse o Himura. Himura era o nosso escudo, ele atacava primeiro, o monstro então atacava somente ele.
- Vamos! - Eu disse todo empolgado, quanto mais forte o inimigo, melhor.
- Tudo bem.
Andamos pela caverna em círculos, até chegarmos ao centro, no centro tinha uma construção em ruínas que mais parecia a entrada de um templo, umas escadas de pedras que descemos.
Logo que chegamos na próxima área, descansamos um pouco e ficamos a espera da Obeaune, qndo ela finalmente veio.
Himura se levantou e já preparou sua espada, ele a atacou e ela começou a atacá-lo. Obeaune era uma sereia, com os seios nus e calda de peixe, seus cabelos vermelhos ficavam somente em pé e os olhos brancos, ela parecia um demônio, toda vez que Himura a acertava ela soltava um grito.
Eu fui atacá-la também, correndo que nem um louco com minha faca empunhada, sempre que Himura sofria um grande dano, o noviço o curava. E lá ficamos até derrotá-la, ao vê-la caída, me lembrei do verdadeiro motivo por treinar.
Isso foi a 10 anos atrás, em Amatsu, a família Nin é uma família ninja tradicional, que só tem um problema, meu avô. Meu avô havia desaparecido no labirinto dos tatames a muito tempo, e ele era um grande ninja. Diziam que ele havia sido morto pelo Samurai Espectral, mas um dia ele voltou. Na verdade, várias pessoas da nossa família gostariam que a história do Samurai fosse real, por que o meu avô era um problema.
Um dia saí a noite para o mercado 24horas comprar umas poções que meu pai havia pedido, e naa hora da volta quem eu encontro? Meu avô, saindo de fininho, eu corri para casa e deixei as poções, peguei minha faca, pois já praticava, e fui atrás dele.
E nada foi um surpresa, ele havia ido ao banho termal espiar as garotas, meu avô era um tarado! Seu nome era Kageyoshi Hentai Nin. Eu o vi espiando as garotas, e disse:
- Vô! Você já suja o nome da família! E não se cansa?
- Hahahahah!!! Você é jovem ainda garoto! Um dia vai me entender!
- Não! Eu não quero te entender, seu velho tarado!
Fui para cima dele e o ataquei com a minha faca, ela apenas desviava, eu fui o seguindo até chegarmos no porto. Lá, eu estoquei minha faca nele, ele desviou, segurou meu braço, apertou o meu pulso me fazendo soltar a faca, chutou a minha barriga me jogando para trás, junto com a faca. Eu logo agarrei a faca, me levantei, corri para cima dele, então uma enorme explosão em chamas o rodeou e ele disse:
- Garoto, você quer que eu pare?
- Quero!
- Então fique forte e me derrote! Se me derrotar, eu vou parar de ser tarado. - Eu fiquei parado, por algum motivo, parecia que ele desopitava sua confiança em mim, e ele terminou. - Agora me dê licença que vou ver as garotas de outras partes do mundo! - E começou a gargalhar bem alto, e pulou para um barco que estava partindo para Alberta.
Então decidi treinar e me tornar um grande ninja para derrotá-lo.
Enquanto lembrava da minha história, uma Obeaune se aproximou, o Himura correu para ataca-la, e eu corri para longe dela, mas não deu muito certo, o noviço estava sonambulo e não conseguiu ajudar o Himura, que morreu rapidinho, eu corri e subi as escadas rapidinho, logo depois veio o noviço:
- Nossa, essa foi por pouco!
- É foi.
- O primeiro a correr foi você né?
- Claro! Esta é uma das minhas artes ninjas! - Disse dando uma risadinha.
- Tá certo.
- Bom, depois dessa vou descansar.
- Aqui mesmo?
- É.
- Tá bom então, até a próxima.
- Até.
Procurei um cantinho onde nenhuma Hidra poderia me perturbar, me deitei e dormi.

sábado, 5 de janeiro de 2008

Indo para Byalan

Acordei no sofá da loja com um pouco de mal jeito. Sai dela e decidi treinar mais um pouco na floresta fora de Alberta.
Lá continuei a treinar com as creamys usando minhas kunais de terra.
Estava lá pacificamente até que um espadachim chamado Himura_Kenshin, amigo do Kimi_WizZ veio falar comigo:
- Ei, você é o Crypto-nin certo?
- Sim, e você?
- Eu sou o Himura_Kenshin, amigo do Kimi_WizZ.
- Ah tah, tudo bem?
- Tudo, então... Que tal treinarmos juntos?
- Tudo bem ué.
Minhas kunais já estavam no fim, então voltaria a matar uns monstros fracos, concordei em treinar com ele:
- Vamos treinar nos esporos e rabo de verme.
- Ta bom.
Descemos pela floresta, cruzamos uma ponte e fomos a área sul de Alberta.
Lá começamos a matar os esporos e rabo de verme. O Espadachim era bem resistente, ele chamava a atenção dos inimigos, que ficavam o atacando e eu atacava os inimigos, sem sofrer nenhum dano. Ele tinha uma habilidade muito boa, que ele dava um golpo com toda sua força e causava grande dano. Logo ele disse:
- Vamos para a caverna de Byalan?
- Onde fica isso?
- Temos que ir pra Izlude e pegar um barco.
- É muito longe? - Eu tinha me lembrado que já havia ido para Izlude, mas não lembrava onde ficava.
- Mais ou menos, vamos a pé.
- Tá bom.
Subimos novamente, e chegamios a área ao norte de Alberta, continuamos subindo e antes de atravessarmos os morros o Himura me avisou:
- Toma cuidado aqui, tem uns monstros fortes que são agressivos! - "Putz, o cara quer me matar" eu pensei, - Então agente só corre.
- Tá bom.
E seguimos pelos morros, na próxima área, tinha os mesmo salgueiros que os anteriores, mas também tinha um salgueiro difereten, salgueiro ancião, a madeira dele não parecia tão podre como a do salgueiro, ela avermelhada e cheia de vida. Eu e Himura estavamos andando cautelosamente, eu soando frio, e ele disse:
- Cuidado hein, aquele ali - Disse ele apontando para o Salgueiro Ancião - É agressivo.
- Tá.
Não deu nem tempo dele avisar, enquanto ele falava a sombra de um salgueiro ancião cobriu o nosso corpo inteiro, eu só olhei para trás com terror no rosto e depois o Himura olhou também:
- Corre!!!! - Gritou ele correndo, e eu também, como ninja, sou mestre na arte da fuga.
Corremos daquele monstro e ele nos seguiu, uma hora ele se cansou e prevalecemos, mas logo outro nos seguiu, e outro e outro. Himura as vezes até os enfrenteva e eu o auxiliava jogando meus shurikens de longe, até eles acabarem.
Uma vez estávamos andando e um me fez de alvo, mas não deu nem pra correr, um símbolo malígno surgiu embaixo de mim, e eu fiquei pensando "O que é isso?", logo desobri, pq lanças de fogo caíram na minha cabeça, eu fiz o que qualquer bombeiro ensina, deita no chão e rola!
Fiquei correndo em volta do Himura, que depois matou ele:
- Vai vamos, estámos próximo.
Pensei que estávamos próximo de Byalan, mas estávamos próximos da próxima área.
Antes de continuarmos ele me avisou novamente:
- Cuidado, aqui tem os guardiões da floresta, são totens que não se movem, então não chegue perto.
- Tá.
Seguimos para a próxima área, ainda tinham salgueiros anciões, mas continuamos, sem chamar muita atenção, até o momento em que ouvimos o barulho de madeira rangindo e o Himura disse:
- Você ouviu isso?
- Ouvi, e você?
- Também.
- O que é?
- É o guardião, fica longe dele.
- Tá bom.
Prosseguimos com cautela pela floresta, toda vez que ouviamos o barulho de madeira rangindo ficávamos bem atentos.
Prosseguimos pela floresta e finalmente conseguirmos sair dela, chegamos em uma área que só tinha porings e seus derivados, e também tinham peco peco. Um passaro bípede amarelo, original do deserto. E sim, chegamos ao deserto. Que por sinal estava muito quente, e eu com essa vestimenta de ninja.
Seguimos rápido ao norte até vermos grama novamente, e seguimos leste, para Izlude.
Chegamos em Izlude e eu disse:
- Cara, depois dessa longa viagem, eu vou dormir.
- Tá bom, agente treina amanhã então.
- Tá.
Procurei um banco e dormi nele.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

A hora da vingança

Voltei a Prontera, e vendi tudo o que carregava na loja. Não me rendeu muita coisa.
Eu realmente havia gostado da Hipnose, e pensando um pouco sobre minhas habilidades fui visitá-la novamente.
Ela me hipnotizou, e esqueci tudo que sabia, agora, aprendi as habilidades de lançar shurikens e de lançar kunai.
Peguei minhas coisas e queria voltar para Amatsu.
Para fazer isso, eu fui a área a oeste de Prontera, segundi a estrada de terra e subindo um pequeno morro, fui para a área ao norte. Aqui a floresta era mais dença, até que encontrei um bicho perfeito.
Um besouro enorme, com presas guilhotinas super afiadas, sem falar do seu casco hiper duro, pq fui bater nele sem arma, um soco só já foi suficiente pra até a ponta da minha espinha tremer!
Ele me abocanhou com aquelas mandíbulas e logo voltei para Amatsu. (Morrer estava nos meus planos).
Lá fui até a escola ninja:
- E aí! Mestre! - Cumprimentei o Mestre Cougar.
- E aí. - Disse ele apenas levantando a mão a direita.
Bom, eu nem queria papo então passei reto, fui até a pequena lojinha que tem dentro da escola.
Fui ao vendedor de Shurikens, comprei alguns. Fui ao vendedor de pedras, comprei algumas.
Fui ao vendedor de kunais:
- Aqui ó. Pegue estes shurikens e essas pedras e faça 10 kits de kunai de terra pra mim.
- Tá bom, só um minuto. - Disse ele com uma cara de desanimado, acho que ele não gosta muito de trabalhar, tb né, ficar infurnado dentro dessa escola a vida inteira não deve ser fácil. - Aqui está!. - Disse ele com os kits na mão.
- Muito obrigado!
E sai da escola feliz.
Agora falando a verdade, nunca vi tanto mendigo nesse mundo. Onde vc vai, é alguém pedindo alguma coisa. As pessoas te abordam na rua pedindo dinheiro! Sendo que conseguir dinheiro não é fácil, mas eu me viro! Eles tb podem se virar.
O melhor foi o cara mais perdido que cego em tiroteio:
- Prontera tá perto? - Ele falou desesperado.
- A pé não.
- Como faço pra chegar mais rápido.
- Vai na Kafra.
- Mas eu não tenho dinheiro.
- Então boa sorte.
- Eu nasci no lugar errado!
- É, começa denovo! Volta lá pro castelo.
- Como eu faço isso?
- Tem um cara, que fica num mundo desconhecido que chama "DEL", ele desfaz vc, e vc pode começar denovo.
- Ah tah, muito obrigado!
- De nada!
E continuei, bom, agora fui a área ao oeste de Alberta.
Nossa, na hora que cheguei nessa floresta me deu até uma nostalgia enorme!
Bom, eu vim aqui para matar Creamys!
Eu estava confiante, pois após o pequeno treinamento com o Kimi_WizZ eu me senti mais confiante, e também com a minha nova habilidade.
E lá estava ela, a Creamy, a dona de vários pesadelos meus, e do outro lado estava eu, vítima dela, e pronto para me vingar.
E foi assim, me escondi atrás de uma árvore e lancei a primeira kunai de terra nela. A kunai era incrível, ela atingiu a Creamy com tanta velocidade, que ela foi para trás, mas ela era muito esperta e logo descobriu daonde tinha vindo a kunai, ela veio na minha direção, e antes que ela conseguisse se aproximar mais eu lancei mais uma kunai nela, e ela caiu no chão despedaçada!
"É", eu pensei, "Matei uma Creamy!!! Matei uma Creamy!!!"
E logo o Kimi_WizZ me contactou:
- E ai, o que você tá fazendo?
- Eu, advinha só? Matando Creamys!
- Conseguiu?
- É lógico! Agora com minha habilidade de kunais elas nem se aproximam de mim!
- Que bom, olha, vou te apresentar mais um colega, o nome dele é Morpheus.
- E ai Morpheus tudo bem?
- Tudo. - Disse o Morpheus.
- Mas bom, agora vocês me dão licensa pq eu tenho que matar mais Creamys.
E assim fui, correndo pela floresta como uma criança perdida e toda creamy que eu via eu jogava uma kunai nela. Até que fiquei pesado novamente.
"Ahhh... tenho que ir vender os itens."
E fui até a loja de Alberta. Lá, entreguei tudo para a vendedora e arrecadei meu dinheirinho.
Bom, eu sou um ninja pobre, e aproveitando que aqui na loja tinha um sofá, e a loja era 24horas, então eu me deitei no sofá e fui dormir!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Treinamento reforçado

Bom, após dormir na parede de Prontera, e um guarda vir me chutar de lá:
- Ou! Você não pode dormir aqui não! - Disse ele me cutuando com a lança na cabeça.
- O quê? Me deixa! Não pode nem dormir em paz?
- Aqui não! Nós temos estalagens para isso!
- Mas estalagem é caro! - Eu disse me levantando.
- Vai, vai procurar outro lugar pra dormir! Vai dormir lá fora!
- Tá bom, tá bom.
Eu já tava descansado, então nem foi problema. E pensei, "vou matar mais uns rockers." e fui.
Cheguei lá, todo equipado e cheio de energia e comecei a treinar contra os rockers. Até que uma música diferente das que os rockers tocavam começou. E era um orquestra, era até bem tocada, não sei pq os rockers acham que tocam alguma coisa.
Fui verificar, mas nem precisei de muito, pq o som se aproximava tb. Foi quando vi, aquele grupo de rockers, não, não eram só rockers, pq no meio deles tinha um. Um pouquinho diferente deles, talvez só era um pouco maior. Fui descobrir que seu nome era vocal, e não demorou muito pra ele notar minha presença. Parece que ele não gosta de plateia, então ele e seu bando de rockers vieram a tona pra cima de mim! Eu corri a milhão! Mas não deu certo não, foi só ele tacar o violino dele em mim que fui parar em Amatsu.
Bem, não foi só uma tacada não, eu cai no chão e ele e o bando junto do meu lado e começaram a me bater ferozmente, daí fui pra Amatsu, na base da porrada!
Em Amatsu, peguei o barco e voltei pra Alberta. Em Alberta fui novamente matar uns esporos e besouros ladrão que só agora eu descobri que eram fêmeas.
Foi qndo meu velho amigo Kimi_WizZ me contactou:
- Ou, tenho uma pessoa para te apresentar. - Ele disse.
- Quem?
- Vem que você vai ver!
- Onde você tá?
- Prontera.
- Putz! Prontera!!! Deixa eu ver... - Comecei a revirar o bolso e encontrei um vale transporte todo amassado. - Tá bom, to indo.
E fui até a Kafra, peguei o teletransporte para Prontera.
Em Prontera fui para a fonte, que ele disse que estaria lá. Um noviço me abordou perguntando onde vendia mais cajados pra noviço. Bom, eu num sei né, eu não sei nem onde vende arma pra mim, vou saber pra noviço?
Fui ao encontro do Kimi_WizZ, ele estava do lado de uma mulher e disse:
- É essa daí ó, a Hipnotizadora.
- Oi Hipnotizadora.
- Oi. - Ela respondeu, com seu rosto intrigante, que eu já tava hipnotizado.
- Ela pode fazer você esquecer as habilidades pra aprender denovo! Daí você não se estrambelha tudo!
- Nossa, é verdade! - Eu disse isso pq tinha me especializado em concentração, daí aprende pétalas que nem usava, então concordei. - Hipnotizadora, eu quero esquecer as habilidades que sei.
- Tudo bem, antes você não tem que ter peso nenhum, e não pode ser muito forte tb.
"Putz, ela vai querer que eu fique pelado daqui a pouco e plantando bananeira" eu pensei, mas tudo bem, me livrei de todo o peso e fui até ela novamente:
- Ok, agora, olhe nos meus olhos.
Eu olhei, e foi uma coisa muito estranha, minhas pálpebras pesaram e eu comecei a ver um campo de flores, com uma mocinha correndo nele e pássaros voando, na hora que acordei, babando eu disse:
- Putz, toh burro!
- Não disse? - Disse o Kimi_WizZ.
- Credo, pera aí, então, eu vou ficar assim!
Me especializei em somente lançar shurikens dessa vez.
- Vamos treinar. - Disse o Kimi_WizZ.
- Vamos!
Fomos todos empolgados, até que na hora que chegamos no campo eu lembrei:
- Não! Esqueci minhas coisas com a Kafra!
- Burro!
- Ah... deve ser efeito colateral.
E voltei até a Kafra na boca do esgoto, que fedia muito afinal.
Voltei lá e o Kimi_WizZ me disse:
- Tinha um Vocal aqui, mas um caçador mato.
- Ah... eu já morri num Vocal.
- Eles são fortes. Agora, vamos treinar!
- Tá bom!
E fomo treinar contra os rocker, invetamos uma tática super legal!
Enquanto Kimi_WizZ usava sua rajada congelante, um ataque que ia congelando o caminho entre ele e o inimigo, e qndo chegava no inimigo espinhos de gelo saiam do chão, e alguns congelavam.
Quando congelavam eu aproveitava e jogava meu shuriken!

E ficamos matando vários Rockers assim, e vi que o Kimi_WizZ tinha ficado realmente forte agora.
Então eu disse:
- Vamos matar umas Creamys! - Elas estavam deixando de ser um pesadelo para mim.
- Vamos.
E fomos lutar contra as Creamys, agora era o verdadeiro reforço no treinamento.
Lá estava ela, parada, voando sobre o campo. O Kimi_WizZ começou a conjurar sua magia, para ele não se tornar alvo, me equipei com meu Shuriken mais forte e comecei a jogar shurikens nela, ela veio para cima de mim, e enquanto eu ficava lá, só jogando shurikens, finalmente Kimi_WizZ acabou sua conjuração e foi o fim dela, ele gritou "Lanças de Fogo!", do céu, lanças flamejantes vinham a todo vapor! Elas desciam e apenas de vê-las já sentia a fúria delas, qndo a primeira atingiu o corpo da Creamy, ela incendiou na hora! Então as outras lanças acertaram consecutivamente, ela nem se mexia, seu corpo incinerou em um instante diante de meus olhos:
- Uau... - Fiquei boquiaberto.
- Viu.
Agora sim tinha notado como Kimi_WizZ ficou poderoso! E não mais forte, mas poderoso!
Continuamos a lutar contra as Creamys assim, e uma coisa que não sabia, a língua dela fazia dormir!

Como podem ver, eu até tava lançando um shuriken, mas esse dormir não era tão gostoso qnto dormir mesmo.
E o Kimi_WizZ até tirou onda!
Daí estava na hora do meu sono, e fui embora. Tb tinha ficado muito pesado, coletei muita coisa dos monstros, mas esse treinamento valeu a pena.